terça-feira, 29 de abril de 2014

INDICADORES MATURACIONAIS ESQUELÉTICOS (INCOMPLETO)

Para iniciar este tema devem ser lançadas as primeiras questões introdutórias: que conceitos? como avaliar? onde aplicar?
Este estudo utiliza os conceitos do tecido ósseo e da mão e punho. Cada um deles com aspetos bastante positivos. O método do tecido ósseo é indicado uma vez que todas as crianças começam com a cartilagem esqueleto, todos atingem um desenvolvimento completo do esqueleto e estende-se a todo o periodo de crescimento. Quanto à mão e punho, é indicado uma vez que partilha um maior volume de informação, é de manipulação e estandardização mais facilitada e existe uma menor exposição as radiações por partes mais vitais.

DETERMINAÇÃO DA IDADE ESQUELÉTICA A PARTIR DO RAIO-X MÃO E PULSO

Qual a constituição do pulso e da mão?

-2 ossos do pulso : ulna e rádio
-8 carpos: trapézio, trapezoide, capitato, hamato, piramidal, pisiforme, lunato e escafoide.
-5 metacarpos
-5 próximais falanges
-4 mediais falanges
-5 distais falanges

Porquê a maturação esquelética?

- a estrutura esquelética progride para todos os individuos da cartilagem para o osso
-o esqueleto é um indicador de maturidade porque a sua maturação estende-se a todo o periodo de crescimento
-a area da mão e punho é equivalente ao todo do esqueleto

O que são os ossos longos?

Os ossos longos são constituidos por uma diáfise e uma epifise que são separados por uma placa de crescimento (cartilagem que não aparece no raio-x). Esta placa pode ser maior ou menor mediante os ossos que a constituem, ou seja, é menor se estiver entre os metacarpos e as falanges e maior se estiver entre o rádio e a ulna. Elas crescem em comprimento através da proliferação (aumento do número de células por divisão) das celulas de cartilagem das placas de crescimento.

Ao longo do crescimento do individuo, no osso curto dá-se um grande aumento do osso esponjoso e um pequeno aumento, comparativamente ao osso esponjoso, do osso compacto, sendo que a cartilagem vai diminuindo. Relativamente ao osso longo, a cartilagem passa de predominantemente visível a não visivel, enquanto que o osso esponjoso passa de predominatemente não visivel a visivel, e o osso compato mantém-se mais ou menos estável.

Quais são os indicadores maturacionais?

-Aparecimento inicial dos centros ósseos no raio-X, que indica o inicio da substituição de cartilagem por tecido ósseo especifico do osso envolvido. Primeiro dá-se o desenvolvimento antes do nascimento dos centros de ossificação (ossos redondos). Segundo dá-se os centros de ossificação formando as epifises.

-Caracterização de cada um dos ossos através de uma diferenciação gradual de forma que se torna semelhante aquela que terá em adulto

-União ou fusão das epifises com as respetivas diáfises no metacarpos, falanges, rádio e ulna.


AVALIAÇÃO DE UM OSSO LONGO


Para introdução:

Centros de ossificação partem da descrição da ossificação endocondral (quando as células mesodérmicas se trasnformam em células de produção de cartilagem) em ossos longos. Os ossos longos antes de serem ossos e de serem maiores, são representados por um modelo cartilaginoso. Nesse modelo o primeiro centro de ossificação surge na diáfise (corpo do osso). Esse centro de ossificação é chamado de primário. Os outros dois centros surgem nas epífises (extremidades) geralmente não simultaneamente e são chamados de centros secundários. A maioria desses centros surge ainda no período fetal
ex: rádio ( largura relação rádio e metafise)

1º RÁCIO ENTRE A LARGURA DA EPIFISE E A LARGURA DA METÁFISE:
Se houver uma fusão completa entre a epifise e a diafise não é possível fazer a medição devido a uma acentuada sobreposição. Sabe-se também que a largura máxima da metáfise é medida perpendicularmente ao eixo longitudinal do raio assim como que a largura epifisária é medida como a distância máxima através da epífise num plano paralelo ao daquele em que a largura metafisária foi medida

2ºPLACA TERMINAL DA EPIFISE????

3ºLINHA RADIOPACA????


4ºPROCESSO ESTILOIDE DA EPIFISE

grau 1: é atribuído quando não há projeção distal da parte lateral da margem distal da epífise
grau 2: é atribuído quando há projeção distal da parte lateral da margem distal da epífise

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